segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
A evolução do Windows...
Windows... O nosso tão útil e conhecido sistema operacional... Os mais comuns hoje são Windows XP, Vista e 7. Mas isso não quer dizer que só existiram esses! O primeiro Windows que existiu na história se chamava NT. Assim vieram as próximas e mais atualizadas versões, todas criadas por Bill Gates, nosso querido pai da informática. Este vídeo mostra toda a evolução do Windows desde o NT ao 7. A galerinha antenada na internet vai se amarrar! Eu me amarrei e muito...
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Judô, karatê, futebol, basebol... Tudo isso veio de um só lugar!
O governo proporciona acesso a diversas modalidades esportivas a seus habitantes, entre elas tênis, tênis de mesa, vôlei, natação entre outros. Graças ao constante investimento em infra-estrutura de ginásios esportivos, equipamentos e instrutores, o Japão tem conquistado resultados cada vez mais positivos nos Jogos Olímpicos.
Hoje diversos atletas japoneses, em especial do futebol e do beisebol tem grande notoriedade internacional. A liga profissional japonesa de beisebol, a NPB, surgiu em 1934 e foi reformulada para o formato atual em 1950. A NPB é formada hoje por doze equipes de todo o país.
O futebol começou a crescer com a chegada de Zico ao campeonato local que surgia, a J-League, criada em 1992. Sendo já o segundo esporte mais praticado nas escolas procura-se gerar uma cultura do futebol que garanta sua prática pela população. Desde então, os clubes da liga contam com muitos atletas estrangeiros, principalmente brasileiros.
O Japão já foi sede de várias competições internacionais, como os Jogos Olímpicos de Inverno de 1972, os de 1998 e as Olimpíadas de 1964 em que o judô foi incluído como modalidade olímpica. O histórico de participações do Japão nos Jogos Olímpicos remonta a 1912 em Estocolmo e desde 1964 o país participou de todos os eventos olímpicos, a não ser por um breve momento em 1980. Em 2002, o país sediou a Copa do Mundo de Futebol em conjunto com a Coreia do Sul, chegando à fase de oitavas-de-final. Na edição seguinte, a equipe nacional que era comandada por Zico não repetiu o sucesso e foi eliminada na primeira fase da competição.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Sakura, a linda flor da cerejeira japonesa
As cerejas são frutos pequenos e arredondados que podem apresentar várias cores, sendo o vermelho a mais comum entre as variedades comestíveis. A cereja-doce, de polpa macia e suculenta, é servida ao natural, como sobremesa. A cereja-ácida ou ginja, de polpa bem mais firme, é usada na fabricação de conservas, compotas e bebidas licorosas, como o Kirsch, o Cherry e o Marasquino. As cerejas contém proteínas, cálcio, ferro e vitaminas A, B, e C. Quando consumida ao natural, tem propriedades refrescantes, diuréticas e laxativas. Como a cereja é muito rica em tanino, consumida em excesso pode provocar problemas estomacais, não sendo aconselhável consumir mais de 200 ou 300 gramas da fruta por dia.
O cultivo da cerejeira é realizado em regiões frias. Necessitam de 800 a 1000 horas de frio para que possam produzir satisfatoriamente em áreas com Invernos frios e chuvas.Originária da Ásia, na cultura japonesa (chamada de Sakura no ki (桜の木)), sendo o significado de Sakura flor de cerejeira, a cerejeira era associada ao samurai cuja vida era tão efêmera quanto a da flor que se desprendia da árvore. Já o fruto tem o significado de sensualidade. Por seu vermelho intenso e maduro, a cereja suculenta é talvez o exemplo mais proeminente. O suco de cereja madura é de tão intenso sabor e cor que tem sido freqüentemente comparado ao primeiro gosto do amor. Na aparência, das cerejas têm sido dito que lembram os lábios de uma amante, e quando mordê-lo em uma cereja, o fruto dá a aparência de sangrar. Há muito tempo existe uma ligação erótica para o fruto da árvore de cereja.
Como tatuagem, a cereja representa a castidade feminina e a pureza do amadurecimento da fruta. Uma vez arrancada, no entanto, a cereja representa a perda da inocência e da virtude. Uma cereja provada, sua carne perfurada pelo apetite, não é mais virgem. Uma cereja em chamas fala do desejo insaciável, paixão e luxúria.Para quem se interessou por esse assunto, faça o download de uma apresentação de slides completa apenas abordando esse tema no site abaixo:
www.zendobrasil.org.br/imagens/a-flor-de-cerejeira.pps
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Origamis
Origami (do japonês: 折り紙, de oru, "dobrar", e kami, "papel") é a arte tradicional japonesa de dobrar o papel, criando representações de determinados seres ou objetos com as dobras geométricas de uma peça de papel, sem cortá-la ou colá-la.
O origami usa apenas um pequeno número de dobras diferentes, que no entanto podem ser combinadas de diversas maneiras, para formar desenhos complexos. Geralmente parte-se de um pedaço de papel quadrado, cujas faces podem ser de cores ou estampas diferentes, prosseguindo-se sem cortar o papel. Ao contrário da crença popular, o origami tradicional japonês, que é praticado desde o Período Edo (1603-1897), frequentemente foi menos rígido com essas convenções, permitindo até mesmo o corte do papel durante a criação do desenho, ou o uso de outras formas de papel que não a quadrada (retangular, circular, etc.).
Essa é uma arte que desperta muito a curiosidade e a atividade das pessoas, em especial das crianças.
Logo abaixo está um site para quem deseja aprender a fazer origamis! Eu já visitei e adorei!
domingo, 9 de janeiro de 2011
Viagens...
É o vento que me leva.
O vento lusitano.
É este sopro humano
Universal
Que enfuna a inquietação de Portugal.
É esta fúria de loucura mansa
Que tudo alcança
Sem alcançar.
Que vai de céu em céu,
De mar em mar,
Até nunca chegar.
E esta tentação de me encontrar
Mais rico de amargura
Nas pausas da ventura
De me procurar...
Miguel Torga, in "Diário XII"
O vento lusitano.
É este sopro humano
Universal
Que enfuna a inquietação de Portugal.
É esta fúria de loucura mansa
Que tudo alcança
Sem alcançar.
Que vai de céu em céu,
De mar em mar,
Até nunca chegar.
E esta tentação de me encontrar
Mais rico de amargura
Nas pausas da ventura
De me procurar...
Miguel Torga, in "Diário XII"
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