terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Perguntas inteligentes...

Como se escreve zero em algarismos romanos?

Por que os Flinstones comemoravam o Natal se eles viviam numa época antes de Cristo?

Se depois do banho estamos limpos, por que lavamos a toalha?

Como é que nós sabemos que a carne de Chester é de chester se nunca ninguém viu um chester (você já viu um chester)?

Por que quando aparece no computador a frase “Teclado não instalado”, o fabricante pede para apertar qualquer tecla?

Se os homens são todos iguais, por que as mulheres escolhem tanto?

Por que a palavra “grande” é menor do que a palavra “pequeno”?

Por que “separado” se escreve tudo junto e “tudo junto” se escreve separado?

Se o vinho é líquido, como pode existir vinho seco?
Por que as luas dos outros planetas têm nome, mas a nossa é chamada só de Lua?
Por que quando a gente liga para um número errado nunca dá ocupado?
Por que as pessoas apertam o controle remoto com mais força quando a pilha está fraca?
Quando inventaram o relógio, como sabiam que horas eram, para poder acertá-lo pela primeira vez?
Se a ciência consegue desvendar até os mistérios do DNA, por que ninguém descobriu ainda a fórmula da Coca-Cola?
Como foi que a placa “É proibido pisar na grama” foi colocada lá?
Por que quando alguém nos pede que ajudemos a procurar um objeto perdido, temos a mania de perguntar: “Onde foi que você perdeu”?
Por que tem gente que acorda os outros para perguntar se estavam dormindo?
Se o Pato Donald não usa calças, por que ele amarra uma toalha na cintura quando sai do banho?

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Globalização (sonho ou pesadelo)?

A globalização é um dos processos de aprofundamento da integração econômica, social, cultural, política, que teria sido impulsionado pelo barateamento dos meios de transporte e comunicação dos países do mundo no final do século XX e início do século XXI. É um fenômeno gerado pela necessidade da dinâmica do capitalismo de formar uma aldeia global que permita maiores mercados para os países centrais (ditos desenvolvidos) cujos mercados internos já estão saturados. O processo de Globalização diz respeito à forma como os países interagem e aproximam pessoas, ou seja, interliga o mundo, levando em consideração aspectos econômicos, sociais, culturais e políticos. Com isso, gerando a fase da expansão capitalista, onde é possível realizar transações financeiras, expandir seu negócio até então restrito ao seu mercado de atuação para mercados distantes e emergentes, sem necessariamente um investimento alto de capital financeiro, pois a comunicação no mundo globalizado permite tal expansão, porém, obtêm-se como consequência o aumento acirrado da concorrência.


Alguns dos seus pontos positivos são:


Aviões, represenando um dos pontos positivos da globalização.

Facilidades e rapidez em conseguir informações;
Surgimento de novas tecnologias cada vez mais avançadas;
Facilita a vida e a convivência entre os países;
Melhor comunicação;
Estimula o crescimento econômico;
Aumento do comércio mundial;
Presença de multinacionais pelos continentes.


Mas, como ninguém nem nada é prefeito, existem também os pontos negativos...

Mendigos em rua, representando o desemprego.

Cria mais desigualdade, muito embora tenda a melhorar o padrão de todos em geral (mas não de forma uniforme);
Não funciona bem para países que não são estruturados. O Brasil mesmo, que tem um governo bem mal administrado, muitas vezes não está preparado para combater a concorrência externa;
Invade culturas sem respeita às mesmas;
Tem sido muito americanizada e com vendas da China;
De forma geral gosto da globalização, mas cabe a cada sociedade defender seus interesses e se estruturar adequadamente;

Provavelmente a preocupação maior com relação à globalização é que ela aumentou o contraste entre os ricos e os pobres. Embora a riqueza global sem dúvida tenha aumentado, ela se acha concentrada nas mãos de menor número de pessoas e países. O patrimônio líquido das pessoas mais ricas da Terra é maior do que a renda conjunta de 40% da população do planeta, ou seja, cerca de 2,4 bilhões de pessoas. E ao passo que os salários continuam a aumentar em países ricos, alguns países pobres tiveram uma diminuição na renda média nos últimos dez anos.


E você? Considera o processo de globalização um sonho ou um pesadelo? Eu até hoje não adotei uma opção permanente...

domingo, 13 de fevereiro de 2011

O Núcleo de ontem!

O Núcleo de Artes de ontem, para quem estava na oficina de Teatro (eu), foi um verdadeiro desastre, pois o Profº Lelo's não veio nesse dia. Fora esse inconveniente, ocorreu tudo bem comas outras oficinas (ainda bem)...
Espero que a 2ª semana de aula seja tão boa como foi essa primeira! Espero mesmo...

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Último dia de aula da semana!

Hoje foi um dia meio aterefado... Nossa agenda saiu lotada! Foi dever de casa em todas as matérias, exceto Educação Física. Foi assuntos dados nas duas aulas de Matemática, planejamento na aula de Ciências, jogo de baliado em Educação Física (ninguém gostou, certo Uli?)... A nossa aula de Português foi mais engraçada que já tivemos, quando Pró Lia começou a contar as dificuldades da adolescência... E o último horário? Ocorreu um erro na digitação! Não era aula de Geometria e sim aula de Geografia! Foi uma aula falando sobre a Globalização... Dois vídeos um pouco tristes..., que fizeram as meninas chorar mais ainda do que já estavam chorando nas aulas anteriores, e eu ainda sem saber o motivo...

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O caso de Miguel (dinâmica feita na aula de Português)

    PARTE I
    Miguel é um artista, solteiro, de boa aparência, 33 anos de idade. Eis a seguir como foi percebido por diversas pessoas no dia X.

    RELATO DA MÃE:
    Miguel levantou correndo, não quis tomar café, não ligou para o bolo que eu fiz especialmente para ele. Só apanhou o cigarro e fósforos. Não quis botar o cachecol que eu dei. Disse que estava com pressa. Ele continua sendo uma criança que precisa de atendimento, pois não reconhece o que é bom para si.

    RELATO DO CHOFER DE TÁXI:
    Hoje de manhã apanhei um sujeito que não fui muito com a cara dele. Estava de cara amarrada, seco, não queria saber de conversa. Tentei falar sobre futebol. sobre política, sobre tráfego e sempre me mandou calar a boca, dizendo que tinha de se concentrar. Desconfio que ele é um cara subversivo, desses que a polícia anda procurando ou desses sujeitos que assaltam chofer de táxi para roubar. Aposto como estava armado. Fiquei louco para me livrar dele.

    RELATO DO GARÇOM DA LANCHONETE:
    Ontem à noite ele chegou aqui acompanhado de uma morena muito bonita, por sinal. Mas não deu a menor bola para ela. Passou o tempo todo olhando pra tudo que é mulher que chegava. Quando entrou uma loira de vestido colante, me chamou e quis saber quem era ela. Eu disfarcei e passei por perto e só pude ouvir que ele marcava um encontro às nove da manhã, bem nas barbas do acompanhante dela. Sujeito peitudo... Eu também dou minhas voltinhas, mas essa foi demais.

    RELATO DO ZELADOR DO EDÍFICIO:
    Ele não é muito certo da bola, não. Às vezes cumprimenta a gente, outras não. As conversas dele a gente não entende. É parecido com um parente meu que enlouqueceu. No dia X, de manhã, chegou com um olhar estranho e disse que tudo no mundo é relativo, que as palavras não eram iguais para todos, e nem as pessoas. Me deu um puxão na gola e disse que via coisas diferentes. Disse também que quando pintava um quadro, aquilo é que é verdade, dava risadas. Está na cara que ele é lunático.

    RELATO DA FAXINEIRA:
    Ele anda sempre com ar misterioso. Os quadros que ele pinta, a gente não entende. Quando ele chegou, na manhã X, me olhou meio enviesado e eu tive pressentimento que ia acontecer alguma coisa ruim. Pouco depois chegou a moça loira. Ela me perguntou onde encontrar ele e eu disse. Daí a pouco ela gritou e eu saí correndo. Abri a aporta de supetão e ele estava com uma cara furiosa para ela, cheio de ódio. Ela estava jogada no divã e no chão tinha uma faca. Eu saí gritando: “Assassino! Assassino!”

    PARTE II
    Eis a seguir como Miguel relata o que aconteceu no dia X:

    Eu me dedico à pintura de corpo e alma. O resto não tem importância.
    Há meses que eu quero pintar uma Madona do século XX, mas não encontrava um modelo adequado, que encarnasse a beleza, a pureza e o sofrimento que eu quero retratar. Na véspera do dia X, uma amiga me telefonou dizendo encontrara a modelo que eu procurava e propôs nos encontrarmos na boate que ela frequentava.
    Eu estava ansioso para vê-la. Quando ela chegou, fiquei fascinado: era exatamente o que queria. Não tive dúvidas. Fui até a mesa dela, me apresentei, pedi para posar para mim. Ela aceitou posar e marcamos um encontro no atelier às nove horas da manhã.
    Eu nem dormi direito aquela noite, me levantei ansioso, louco para começar o quadro, nem podia tomar café, de tão ansioso.

    No táxi, comecei a fazer um esboço, pensando nos ângulos, as figuras, formas, cores, jogo de luz e textura, nas sombras, matizes.

    Quando entrei no edifício eu estava cantando baixinho. O zelador falou comigo e eu nem tinha prestado atenção. Aí eu perguntei: “O que foi?” E ele disse: “Bom dia.” Nada mais que um Bom dia. Ele não sabia o que aquele dia representava para mim: sonhos, fantasias, aspirações, tudo iria se tornar realidade, enfim, com a realização daquele quadro. Eu tentei explicar para ele. Eu disse que a verdade era relativa, que cada pessoa vê a mesma coisa de forma diferente. Quando eu pinto um quadro, aquilo é a minha realidade. Ele me chamou de lunático. Eu dei uma risada e disse: “Aí está a prova do que eu disse”.
    Quando eu subia a escada, a faxineira veio me olhar. Não gosto daquela velha mexeriqueira.
    Entrei no atelier e comecei a preparar a tela e as tintas. Quando eu estava limpando a palheta com uma faca, a campainha tocou. Abri a porta e ela entrou, estava com o mesmo vestido da véspera e explicou que passara a noite em claro, numa festa. Pedi que sentasse no lugar indicado e imaginasse inocentes sofrendo... Foi aí que ela me enlaçou o pescoço com o braço e disse que eu era simpático. Afastei seus braços e perguntei se bebeu. Ela disse que sim, que a festa estava ótima, que foi uma pena eu não estar lá. Quando me abraçou de novo, empurrei-a e ela caiu no divã e gritou.
    Nesse instante a faxineira entrou e saiu berrando: “Assassino! Assassino!”
    A loira levantou-se e foi embora me chamando de idiota. A minha Madona...